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VALE A PENA ESPERAR PELA PESSOA CERTA?





Com as facilidades do mundo de hoje, em que quase tudo é facilmente encontrado na internet e as tecnologias proporcionam economizar o máximo de tempo para realizar algo, esperar tem se tornado um esforço quase impossível. Quanto mais esperar por algo que não depende somente de si.

Por mais difícil que a espera seja, há, no íntimo de cada pessoa vocacionada ao matrimônio o desejo de encontrar a pessoa certa. Mas como reconhecê-la entre tantas pessoas?

Padre Donizete Heleno Ferreira, da Comunidade Canção Nova, explica que não há uma pessoa destinada para alguém, pois Deus dá a liberdade para que ela escolha seu cônjuge.

“Não existe uma pessoa pré-determinada. O ser humano se encontra com a outra pessoa no namoro e constrói essa descoberta, vive esse caminho de conhecimento por meio do diálogo, da transparência. É claro que todas as coisas concorrem para o bem do ser humano. Com certeza, Deus se utiliza de todas as oportunidades para que as pessoas realmente possam fazer essa experiência de conhecimento e, consequentemente, viver um namoro, um noivado e um casamento”.

Mas como explicar a atração que sentimos por uma pessoa?

“Existem algumas características na pessoa que podem atrair o outro com muito mais facilidade, pelo seu jeito, sua maneira de ver a vida, suas ideias, o que ela pensa. E isso, com certeza, contribui para esse relacionamento, é o que chamamos de empatia. Mas a partir desse

CONFISSÃO: NOSSA FORTALEZA


Jesus nos cura da paralisia espiritual

Todos os pormenores que envolveram a cura do paralítico (cf. Mc 2,1-12) são profundamente significativos. Aquela doença era bem o símbolo da paralisia espiritual e Jesus, com Seu poder divino, cura a moléstia do corpo e da alma. Com efeito, aquele homem saiu andando, carregando a cama em que o trouxeram até Cristo, que realizou algo ainda mais admirável ao lhe restituir a saúde da alma: “Teus pecados estão perdoados”.

Após Sua Ressurreição, Cristo, que demonstrou peremptoriamente Sua divindade, outorgaria esta faculdade aos apóstolos: “A quem perdoardes os pecados, estes lhes serão perdoados” (Jo 20,23). Era a instituição do sacramento da penitência, o sacramento da libertação. Quando alguém diz que vai se confessar não se trata de um ato qualquer como ir ao dentista ou a qualquer consultório médico, o que já indica um mal corporal, mas atitude que se torna necessária para recuperar o bem-estar físico.

Entretanto, o sacramento da reconciliação opera uma cura muito mais premente, que não admite nenhuma dilação, pois se trata do reencontro pessoal com Aquele que ama o que errou muito além de sua expectativa. Esse sacramento oferece o perdão das faltas veniais ou graves, sendo remédio espiritual que fortalece o cristão para os embates contra as investivas do maligno. Sana as falhas das eivas provenientes dos pecados capitais, sobretudo, do defeito dominante.

O sacerdote é apenas um instrumento do Redentor, pois pronuncia, em Seu nome, a fórmula da absolvição. É Jesus quem cura a paralisia espiritual e ajuda para a caminhada rumo a Jerusalém celeste, impedindo as más decisões e as indecisões diante dos ataques demoníacos. O arrependimento sincero é uma volta

DEUS QUIS AMAR OS HOMENS NO ABRAÇO DE SEU FILHO CRUCIFICADO POR AMOR


O Portal RCCBRASIL traz, desde a última semana, em sua seção de Formação um especial da Jornada Mundial da Juventude 2011, realizada em Madri, Espanha. Estão sendo publicadas as mensagens do Santo Padre, o papa Bento XVI, durante os atos centrais do evento que reuniu milhões de jovens na capital espanhola.

O seguinte texto mostra a mensagem proclamada pelo papa após a celebração da Via Sacra.

Queridos jovens!

Com piedade e fervor, celebramos esta Via-Sacra, acompanhando Cristo na sua Paixão e Morte. As reflexões das Irmãzinhas da Cruz, que servem aos mais pobres e desvalidos, facilitaram-nos a entrada nos mistérios da gloriosa Cruz de Cristo, que encerra a verdadeira sabedoria de Deus, aquela que julga o mundo e quantos se crêem sábios (cf. 1Cor 1, 17-19). Neste itinerário para o Calvário, ajudou-nos também a contemplação destas imagens extraordinárias do patrimônio religioso das dioceses espanholas. São imagens onde se harmonizam a fé e a arte para chegar ao coração do homem e convidá-lo à conversão. Quando é límpido e autêntico o olhar da fé, a beleza coloca-se ao seu serviço e é capaz de representar os mistérios da nossa salvação a ponto de nos tocar profundamente e transformar o nosso coração, como sucedeu a Santa Teresa de Ávila ao contemplar uma imagem de Cristo coberto de chagas (cf. Livro da Vida, 9, 1).

À medida que íamos avançando com Jesus até chegar ao cimo da sua entrega no Calvário, vinham-nos à mente as palavras de São Paulo: «Cristo amou-me e a Si mesmo Se entregou por mim» (Gl 2, 20). À vista de um amor assim desinteressado, cheios de admiração e reconhecimento perguntamo-nos agora: Que havemos nós de fazer por Ele? Que resposta Lhe daremos? São João no-lo diz claramente: “Foi com isto que conhecemos o amor: Ele, Jesus, deu a sua vida por nós; assim também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos” (1Jo 3, 16). A paixão de Cristo incita-nos a carregar sobre os nossos ombros o sofrimento do mundo, com a certeza de que Deus não é alguém distante ou alheio ao homem e às suas vicissitudes; pelo contrário, fez-Se um de nós “para poder padecer com o homem, de modo muito real, na carne e no sangue […]. A partir de lá entrou em todo o sofrimento humano alguém que partilha o sofrimento e a sua suportação; a partir de lá propaga-se em todo o sofrimento a con-solatio, a consolação do amor solidário de Deus, surgindo assim a estrela da esperança” (Spe salvi, 39).

Queridos jovens, que o amor de Cristo por nós aumente a vossa alegria e vos anime a permanecer junto dos menos favorecidos. Vós que sois tão sensíveis à ideia de partilhar a vida com os outros, não passeis ao largo quando virdes o sofrimento humano, pois é aí que Deus vos espera para dardes o melhor de vós mesmos: a vossa capacidade de amar e de vos compadecerdes. As diversas formas de sofrimento, que foram desfilando diante dos nossos olhos ao longo da Via-Sacra, são apelos do Senhor para edificarmos as nossas vidas seguindo os seus passos e para nos tornarmos sinais do seu conforto e salvação. “Sofrer com o outro, pelos outros; sofrer por amor da verdade e da justiça; sofrer por causa do amor e para se tornar uma pessoa que ama verdadeiramente: estes são elementos fundamentais de humanidade, o seu abandono destruiria o mesmo homem” (Ibid., 39).

Oxalá saibamos acolher estas lições e pô-las em prática. Com tal finalidade, olhemos para Cristo, suspenso no duro madeiro, e peçamos-Lhe que nos ensine esta misteriosa sabedoria da cruz, graças à qual vive o homem. A cruz não foi o desfecho de um fracasso, mas o modo de exprimir a entrega amorosa que vai até à doação máxima da própria vida. O Pai quis amar os homens no abraço do seu Filho crucificado por amor. Na sua forma e significado, a cruz representa esse amor do Pai e de Cristo pelos homens. Nela reconhecemos o ícone do amor supremo, onde aprendemos a amar o que Deus ama e como Ele o faz: esta é a Boa Nova que devolve a esperança ao mundo.

Voltemos agora os nossos olhos para a Virgem Maria, que nos foi entregue por Mãe no Calvário, e supliquemos-Lhe que nos apoie com a sua amorosa proteção no caminho da vida, particularmente quando passarmos pela noite da dor, para conseguirmos permanecer como Ela firmes ao pé da cruz. Muito obrigado.

Fonte: RCC Brasil
CISCO  -  HISTORINHAS DO AMOR DE DEUS




E O SILÊNCIO...


O que te faz ficar em silêncio diante de Jesus? Se não ficas, o que te amedronta? Diante do Pai porque temer? Não há o que esconder nem o que temer. Nosso Pai é misericórdia e serenidade, sabe tirar de nossa miséria a doce parte que nos salva.
AMOR E PERDÃO

As duas palavras do título, amor e perdão, estão envolvidas com o termo “misericórdia”, que ultrapassa os limites dos seres humanos. Quem ama consegue perdoar e mudar nas suas atitudes de vida, na forma de acolher e conviver com as pessoas de sua relação.
Não é fácil uma história marcada por incompreensões, gestos de escravidão, sem liberdade e vazio de solidariedade. Só o amor e o perdão serão capazes de criar formas novas e saudáveis na convivência, dando sentido e perspectivas de esperança para uma comunidade.